Nada tão arquétipo e simbólico como um benevolente adeus. Uma despedida levianamente descuidada. Um descuido transfigurado em exíguos oxímoros incongruentes.Um sujeito arquitectónicamente surreal. Pesadamente perdido. Pesadamente subvalorizado. Ei-lo misterioso, ousador de vitupérios mundanos. Ousado ao vituperar a tua indómita razão.
Valor?! [...]
wilson figueiredo.
